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segunda-feira, 30 de novembro de 2015
Aedes Aegypti: Como combater e se proteger deste vilão
O custo da Dengue para o Estado é alto, pois além dos custos com os atendimentos aos pacientes acometidos da enfermidade, ainda existem os custos sociais, das famílias que perdem seus entes queridos para a doença.
Neste artigo, queremos abordar o tema, pois acreditamos que conhecer o “inimigo” é a melhor maneira de vencê-lo.
O Mosquito da Dengue, Febre Amarela e Zika Vírus
O nome do mosquito que transmite a Dengue é Aedes Aegypti (aēdēs do grego “odioso” e ægypti do latim “do Egito”). Normalmente, o mosquito da dengue se manifesta em regiões urbanas de clima tropical e subtropi
Em 2013, entre Janeiro e Outubro, 573 pessoas morreram de Dengue no Brasil, segundo reportagem da Globo News. Um número assustador. É impressionante que uma doença tão antiga ainda ceife tantas vidas em nossos dias.E agora na atualidade, vemos o Zika Vírus causando muitos casos de Microcefalia.
cal (com presença de calor e chuvas). O Aedes Aegypti não consegue viver em regiões frias. (Por isso, a maior incidência de casos da doença ocorre no verão).
O mosquito da dengue é pequeno, é preto com manchas brancas no dorso, pernas e cabeça. Ele é muito silencioso, de forma que o ser humano não consegue ouví-lo. Além disso, a fêmea (o mosquito que pica os seres humanos) contém uma substância anestésica na saliva, fazendo com que não haja dor na picada, e nesse momento, através da saliva, ocorre a transmissão do vírus. Ou seja: Você não ouve e não sente nada, mas é silenciosamente infectado.
Em geral, o mosquito costuma agir na parte da manhã ou no final da tarde. Como eles voam baixo, em geral, a meio metro do chão, costumam picar os pés, tornozelos e pernas.
Reprodução do Mosquito
Para a reprodução, o mosquito da dengue conta com fatores ambientais e com a falta de cuidado dos seres humanos. Qualquer local limpo e com água parada serve de “berçário” para os ovos do Aedes Aegypti. A fêmea deposita seus ovos em locais com água parada (limpa ou pouco poluída). Após saírem dos ovos, as larvas (que são brancas quando nascem), tornam-se negras depois de algumas horas, alcançando o estágio de pupas. Se o ciclo não é interrompido, o mosquito leva, em seu ciclo reprodutório apenas 10 dias de “ovo a ovo”: Quando o mosquito nasce, ela passa por quatro estágios de crescimento, que podem durar oito dias no total. Depois ela se transforma em pupa, estágio que dura, aproximadamente, dois dias. Depois de sair da pupa, o mosquito adulto já pode se reproduzir e botar ovos, quando o ciclo se reinicia.
Os ovos colocados pela fêmea podem sobreviver sem água por até 2 anos! Por isso, é fundamental que se tome o máximo possível de cuidado com acúmulos de água limpa. Se os ovos ainda estiverem “vivos”, basta um pouco de chuva e uma poça d´água para que, em apenas 10 dias, os novos insetos se desenvolvam e comecem um novo ciclo reprodutório. Normalmente, eles escolhem locais que estejam sombreados e em zonas residenciais. Por isso, é importante não deixar objetos com água parada dentro de casa ou no quintal. Sem este ambiente favorável, o aedes aegypti não consegue se reproduzir.
Formas de prevenção e combate.
Para prevenir a dengue, Febre Amarela e o Zika Vírus, é importante Não deixar água parada em nenhum lugar. Além disso, é importante que se aja comunitariamente e se converse com amigos e vizinhos sobre o tema. Todos precisam fazer sua parte! A Dengue mata. E ela não escolhe as vítimas. Mantenha sempre as caixas d´água limpas e fechadas, não deixe água acumulada, mantenha reservatórios de água fechados, troque a água nos vasos de plantas por terra, guarde as garrafas sempre de cabeça para baixo, não deixe pneus e outros entulhos que possam acumular água expostos ao tempo e embale sempre o lixo, deixando as lixeiras sempre fechadas e não jogue o lixo em terrenos baldios.
Outra forma de combate é através de “fumacês”: Os carros que passam em muitos locais, espalhando inseticida contra mosquitos. Sempre que o “fumacê” passar na sua localidade, abra as janelas e portas, de forma que o inseticida possa entrar e agir. Essa não é a solução, mas com certeza é uma boa ajuda ao combate do mosquito.
Vamos armar uma armadilha para o Aedes Aegypt
Uma outra forma, mais pessoal e engenhosa de combater o mosquito da Dengue é através da armadilha para mosquitos, desenvolvida pelo Professor Maulori Cabral. Se cada pessoa fizer 10 dessas armadilhas, colocar 5 em casa e distribuir outras 5, seríamos capazes, em tese, de erradicar o mosquito da dengue em poucos anos. Além disso, poderíamos encorajar projetos nas escolas públicas, municipais e estaduais, visando ensinar às crianças a montar estas armadilhas, atividade esta que seria, ao mesmo tempo, educacional e preventiva.
No próximo Post publicaremos como fazer uma armadilha caseira e muito eficaz.
O que mais pode ser feito para combater o mosquito da dengue?
Além de tudo que já foi mostrado até agora, as pesquisas continuam avançando no sentido de exterminar definitivamente a dengue. Um dos projetos, da Fiocruz, pretende usar bactérias do gênero Wolbachia, que impedem que o mosquito Aedes aegypti transmita o vírus da doença. A técnica, que foi desenvolvida na Austrália, injeta a bactéria nos ovos dos mosquitos transmissores da dengue. A bactéria age roubando os nutrientes do vírus, de forma que o vírus da dengue não se desenvolve no mosquito (ele morre por inanição) e, consequentemente, a dengue não é transmitida ao ser humano.
As fêmeas (são elas que mordem humanos, lembra?) infectadas com a Wolbachia sempre geram filhotes com a bactéria na reprodução. No cruzamento, não importa se o macho possui ou não o micro-organismo. Caso um macho contaminado cruze com uma fêmea sem Wolbachia, os óvulos fertilizados morrem. A ideia é soltar fêmeas com a bactéria para que elas se reproduzam com machos que tenham o vírus da dengue e, progressivamente, ir contaminando ao máximo a população do inseto. Dessa maneira, haveria cada vez menos mosquitos capazes de transmitir a doença. Uma solução incrível.
Infelizmente, esta pesquisa ainda está sendo testada e, por isso, os resultados práticos devem demorar a chegar. Enquanto isso, é possível fazer dedetizações contra mosquitos, usar repelentes e seguir todas as recomendações dos agentes de saúde.
Quais são os sintomas da dengue e como tratá-la?
Os sintomas da dengue incluem febre, dores de cabeça e nas articulações, dor nos olhos, cansaço, náuseas, manchas vermelhas e, no caso de dengue hemorrágica, podem incluir dificuldade de respiração, perda de consciência, pulso fraco, sangramento na boca, gengivas e nariz e pele pálida, fria e úmida. Ao sentir qualquer destes sintomas, principalmente no verão, procure imediatamente o serviço de saúde da sua região.
O importante é que se procure socorro médico o quanto antes, pois cada minuto conta. Além disso, a hidratação é essencial: Beba muita água, suco, água de coco ou isotônicos. Bebidas alcoólicas, diuréticas ou gaseificadas, como refrigerantes, devem ser evitadas. Após o atendimento médico, use a medicação adequadamente, na dosagem e períodos corretos e NUNCA em nenhuma hipótese, tome qualquer medicamento a base de ácido acetil-salicílico (AAS), pois eles alteram a coagulação e aumentam o risco de sangramento.
O objetivo deste artigo é servir como informativo útil à sociedade sobre uma doença que é um risco para toda a sociedade e é dever de todos nós, como sociedade, ajudar a combatê-la.
A Insectbye está buscando, em colaboração com a sociedade, informar de forma responsável para que possamos, em um futuro breve – se possível – não perder a vida de nenhum outro cidadão brasileiro para esta doença
domingo, 29 de novembro de 2015
Aedes Aegypti - O Transmissor do Zika Vírus - Curiosidades
Aproveitando para complementar a postagem anterior, saiba mais sobre o Transmissor do Zika Vírus
CURIOSIDADES SOBRE O AEDES AEGYPTI
Qual a origem do mosquito Aedes Aegypti?
O A. aegypti é originário do Egito. A dispersão pelo mundo ocorreu da África: primeiro da costa leste do continente para as Américas, depois da costa oeste para a Ásia.
Por que o nome Aedes Aegypti?
O vetor foi descrito cientificamente pela primeira vez em 1762, quando foi denominado Culex aegypti. Culex significa “mosquito” e aegypti, egípcio, portanto: mosquito egípcio. O gênero Aedes só foi descrito em 1818. Logo verificou- se que a espécie aegypti, descrita anos antes, apresenta características morfológicas e biológicas semelhantes às de espécies do gênero Aedes – e não às do já conhecido gênero Culex. Então, foi estabelecido o nome Aedes aegypti.
Quantas pessoas um mosquito é capaz de infectar?
Os mosquitos fêmea sugam sangue para produzir ovos. Se o mosquito da dengue estiver infectivo, poderá transmitir o vírus da dengue neste processo. Em geral, mosquitos sugam uma só pessoa a cada lote de ovos que produzem. O mosquito da dengue tem uma peculiaridade que se chama “discordância gonotrófica”, que significa que é capaz de picar mais de uma pessoa para um mesmo lote de ovos que produz. Há relato de que um só mosquito da dengue infectivo transmitiu dengue para cinco pessoas de uma mesma família, no mesmo dia.
Por que só a fêmea pica?
A fêmea precisa de sangue para a produção de ovos. Tanto o macho quanto a fêmea se alimentam de substâncias que contêm açúcar (néctar, seiva, entre outros), mas como o macho não produz ovos, não necessita de sangue. Embora possam ocasionalmente se alimentar com sangue antes da cópula, as fêmeas intensificam a voracidade pela hematofagia após a fecundação, quando precisam ingerir sangue para realizar o desenvolvimento completo dos ovos e maturação nos ovários. Normalmente, três dias após a ingestão de sangue as fêmeas já estão aptas para a postura, passando então a procurar local para desovar.
Como o Aedes Aegypti chegou ao Brasil? Há registro histórico de dengue no passado?
As teorias mais aceitas indicam que o A. aegypti tenha se disseminado da África para o continente americano por embarcações que aportaram no Brasil para o tráfico de escravos. Há registro da ocorrência da doença em Curitiba (PR) no final do século 19 e em Niterói (RJ) no início do século 20.
A dengue ocorre só no Brasil?
Não. Há registro da doença em diversos países das Américas, bem como na África, Ásia, Austrália e Polinésia Pacífica.
Fonte: Instituto Oswaldo Cruz
sábado, 28 de novembro de 2015
Zika Vírus e Microcefalia - Tudo Sobre
Nestes últimos dias estamos sendo bombardeados com notícias sobre a relação da Microcefalia com o Zika Vírus. Essas notícias tem tirado o sono de muita gente, principalmente das mulheres grávidas. tire suas dúvidas sobre o assunto:
O que é a MICROCEFALIA?
Microcefalia é a cabeça menor do que o tamanho esperado para a idade do bebê. Existem tabelas e curvas para cada idade do bebê. Mesmo quando ele ainda está na barriga é possível através do ultrassom avaliar o tamanho da cabeça do bebê e ver se está menor do que o esperado. O médico que faz o ultrassom pode te informar na hora do exame. Ao nascimento normalmente se considerada pequeno quando o perímetro cefálico é menor que 33cm. Valor que pode ser diferente se o bebê nasceu antes do tempo e é prematuro.
Quais as CAUSAS de microcefalia?
A microcefalia pode ser causada por INFECÇÕES que a mãe pega DURANTE A GESTAÇÃO (vírus, bactérias), por SUBSTÂNCIAS que a mãe possa ter usado (drogas, álcool), ou pode ser por ALTERAÇÕES GENÉTICASno bebê. Existem casos de que são familiares, que a cabeça do bebê é menor mas não está associada com patologias.
Quais os RISCOS?
A cabeça estar menor do que o tamanho esperado indica que alguma coisa PODE ter prejudicado oDESENVOLVIMENTO DO CÉREBRO. É necessário fazer exames para investigar o que pode ter causado a microcefalia. A microcefalia está associada com atrasos no desenvolvimento e alterações neurológicas, por isso é importante ficar atento e fazer os exames do pré-natal e o acompanhamento correto do bebê.
Não existe tratamento específico para a microcefalia, cada bebê deve ser acompanhado com muita atenção pelo pediatra e pelo neuropediatra que irão orientar a família.
O que é o ZIKA VÍRUS? QUAL RELAÇÃO DA MICROCEFALIA com o ZIKA VÍRUS?
O ZIKA VÍRUS chegou ao país recentemente, ele é transmitido pelo AEDES AEGYPTI, mesmo mosquito que transmite a DENGUE E O CHIKUNGUNYA. Os SINTOMAS da infecção pelo ZIKA VIRUS são FEBRE BAIXA E MANCHAS NO CORPO. A pessoa pode ter dor de cabeça, dor nas articulações, mal-estar, mas os sintomas são mais leves do que na dengue ou chikungunya. Normalmente dura 3 dias e não tem tratamento específico, nem vacina para se prevenir.
Ainda NÃO EXISTE PROVA de que a causa do aumento dos casos de microcefalia seja causado pelo ZIKA VIRUS, mas essa é uma das hipóteses que eles estão investigando. O que se sabe é que qualquer infecção que a mãe pega durante a gestação pode afetar o desenvolvimento do bebê, e quanto mais cedo for a infecção (início da gestação) maior o risco para o bebê.
Quais os estados mais afetados até o momento?
O principal estado é o de PERNAMBUCO, onde primeiro foi notado esse aumento no número de casos.
Os estados mais afetados estão no NORDESTE e no CENTRO-OESTE. Sergipe, Rio Grande do Norte, Piauí, Pernambuco, Paraíba, Goiás, Ceará, Bahia e Alagoas são os estados com notificações. Mas todos os estados estão em alerta para notificar os casos de microcefalia.
Como você pode se PROTEGER?
- A principal medida é o COMBATE AO MOSQUITO. NÃO DEIXE ÁGUA PARADA, e tente se informar das atividades do seu bairro para combater o mosquito.
- Inicie o pré-natal precocemente, assim que você achar que pode estar grávida.
- NÃO utilize álcool ou drogas. Só use remédios com a prescrição do seu médico.
- Use repelente prescrito pelo seu obstetra. Utilize telas de proteção nas porta e janelas de sua casa, para evitar a entrada do mosquito.
- Evitar contato com pessoas que estão com sinais de alguma infecção (febre, manchas no corpo).
- Fique ATENTA ao registro de CASOS EM SUA CIDADE e PROTEJA-SE!
fonte: seupediatra.com
quinta-feira, 26 de novembro de 2015
Radar que multa pela velocidade média - só faltava essa!!!!
São Paulo terá radar que multa pela velocidade média do veículo
Entre os novos radares que a Prefeitura de São Paulo vai instalar estão equipamentos que vão permitir calcular a velocidade
média em um trecho de via.
Em teste, novo radar eleva número de multas em 700% na 23 de maio.
Com isso, frear apenas ao passar no radar não vai adiantar. O motorista terá de permanecer abaixo do limite de velocidade na maioria do percurso ou poderá ser multado.
Dois aparelhos registrarão os momentos em que ele entra e sai do trecho fiscalizado e, a partir do tempo gasto, calculará a velocidade média.
A intenção é melhorar a segurança nas vias. Nos primeiros dois meses de
2013, 146 pessoas morreram em acidentes de trânsito na capital -32% a
menos que no mesmo período do ano passado.
Como a regra ainda não é prevista no Código de Trânsito Brasileiro, a prefeitura prevê que o sistema funcione inicialmente para fins de estatística, mas os dados ajudarão no lobby que a cidade pretende fazer no Congresso para mudar a lei.
A licitação para a instalação dos novos equipamentos foi aberta quinta-feira e prevê ainda outras novidades.
O número de radares -fixos, móveis e lombadas eletrônicas- vai aumentar 14,5%, de 587 para 672.
A tecnologia dos equipamentos terá de permitir também o "radar dedo-duro". Nesse sistema, o radar terá de "ler" as placas dos veículos e cruzar o dado com o cadastro do Detran (Departamento Estadual de Trânsito).
Quando houver irregularidade (falta de licenciamento ou carro envolvido em crime, por exemplo), a polícia será informada on-line e poderá agir, inclusive em blitze.
Esse sistema já funciona em rodovias estaduais paulistas e cidades do interior.
"É saudável, porque tira das ruas veículos com problemas. Mas a leitura ótica do número da placa gera várias confusões. A leitura errada acontece com frequência", diz José Almeida
Sobrinho, presidente do conselho deliberativo do Instituto Brasileiro de Ciências de Trânsito.
A licitação da gestão Fernando Haddad (PT) também prevê que os radares multem motos em alta velocidade e no corredor entre os carros.
Hoje, apenas os radares móveis têm essa capacidade.
Outra infração que a prefeitura quer coibir é a conversão proibida. Os equipamentos deverão também detectar invasão das faixas de ônibus e pedestres, avanço de sinal e infração do rodízio.
O consultor em engenharia de tráfego Horácio Augusto Figueira apoia os novos radares, que, em sua visão, darão eficiência à fiscalização. Ele defende, no entanto, que a cidade tenha mais radares.
Fonte: Folha de São Paulo
Em teste, novo radar eleva número de multas em 700% na 23 de maio.
Com isso, frear apenas ao passar no radar não vai adiantar. O motorista terá de permanecer abaixo do limite de velocidade na maioria do percurso ou poderá ser multado.
Dois aparelhos registrarão os momentos em que ele entra e sai do trecho fiscalizado e, a partir do tempo gasto, calculará a velocidade média.
Como a regra ainda não é prevista no Código de Trânsito Brasileiro, a prefeitura prevê que o sistema funcione inicialmente para fins de estatística, mas os dados ajudarão no lobby que a cidade pretende fazer no Congresso para mudar a lei.
A licitação para a instalação dos novos equipamentos foi aberta quinta-feira e prevê ainda outras novidades.
O número de radares -fixos, móveis e lombadas eletrônicas- vai aumentar 14,5%, de 587 para 672.
A tecnologia dos equipamentos terá de permitir também o "radar dedo-duro". Nesse sistema, o radar terá de "ler" as placas dos veículos e cruzar o dado com o cadastro do Detran (Departamento Estadual de Trânsito).
Quando houver irregularidade (falta de licenciamento ou carro envolvido em crime, por exemplo), a polícia será informada on-line e poderá agir, inclusive em blitze.
Esse sistema já funciona em rodovias estaduais paulistas e cidades do interior.
"É saudável, porque tira das ruas veículos com problemas. Mas a leitura ótica do número da placa gera várias confusões. A leitura errada acontece com frequência", diz José Almeida
Sobrinho, presidente do conselho deliberativo do Instituto Brasileiro de Ciências de Trânsito.
A licitação da gestão Fernando Haddad (PT) também prevê que os radares multem motos em alta velocidade e no corredor entre os carros.
Hoje, apenas os radares móveis têm essa capacidade.
Outra infração que a prefeitura quer coibir é a conversão proibida. Os equipamentos deverão também detectar invasão das faixas de ônibus e pedestres, avanço de sinal e infração do rodízio.
O consultor em engenharia de tráfego Horácio Augusto Figueira apoia os novos radares, que, em sua visão, darão eficiência à fiscalização. Ele defende, no entanto, que a cidade tenha mais radares.
Fonte: Folha de São Paulo
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